Fim da Copa... para o Brasil 
O jogo de hoje me deixa desolado. Não pela atuação do time, ou pelo conterrâneo Dunga, nem mesmo pelo gol contra ou pela narração pessimista do Galvão, que ja deu o jogo como perdido aos 20 minutos do segundo tempo, quando o brasil perdia por 2x1 para a holanda.
Minha desolação é pelo fim dos feriados esporadicos que vinhamos tendo quando o Brasil joga. E nem é pelo meu feriado, afinal, o hospital nunca nos liberaria para assistir o jogo em casa sem cobrar as horas do banco de horas.
Hoje, por causa do jogo, consegui a incrivel marca de chegar no trabalho exatamente meia hora antes do normal. Peguei um onibus vazio que em dias normais não caberia nem um alfinete no ponto da rebouças. Provavelmente hoje será o ultimo dia neste ano em que conseguirei chegar em casa antes das 21:00, se o transito me ajudar.
É uma pena que São Paulo não tenha mais oportunidades de mandar tanta gente pra casa mais vezes. seria um lugar muito melhor de se viver e trabalhar.

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Anatel 
Hoje, tive resposta de duas reclamações com a ANATEL sobre a falta de qualidade do atendimento da Operadora Claro de celulares. Nas reclamações, foi reclamado que a operadora não estava me dando canais para resgatar os tais dos pontos acumulados no claro clube, que me daria creditos ou a troca de aparelho depois de dois anos pagando rigorosamente em dia todas as faturas.
Na segunda reclamação, após dias e horas perdidas tentando entrar em contato com o numero 1052, na ultima tentativa fui tão mal atendido por uma atendente extremamente mal educada, que resolvi abrir outro chamado, indicando que além da falta de canais de atendimento eficientes, ainda estava sendo desrespeitado pelos mesmos.
Bom o resultado, seis dias depois, foi bem simples. Ontem um atendente da operadora ligou pra saber o que aconteceu, pediu desculpas e disse que iam entrar em contato pra saber o que aconteceu e responder o problema. No fim, verifiquei hoje que as duas reclamações na ANATEL foram fechadas, sem resolver meu problema, e ninguem mais da Claro entrou em contato.
Bom, não resolveu meu problema, continuo sem os creditos, os quais foram perdidos em alguma falha de sistema, e com aquela sensação de que aumentei os numeros das estatisticas. Teria sido muito mais fácil se a operadora dissesse de cara "Perrdeu Playboy..." e tudo teria sido resolvido na primeira chamada. Já perdi mais dinheiro no tempo que fiquei parado reclamando do que no que tinha de pontos pra recuperar afinal.

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Taxonomias na verdade não existem... 
Este foi o pensamento que me veio à mente hoje, quando pensando sobre como eu cadastraria e administraria taxonias em um sistema, pensei melhor sobre o que seria uma taxonomia, e me ocorreu averiguar a propria origem da palavra. Taxo - Nomia Estudo da organização segundo Wikipedia .
Se Taxonomia é o estudo da organização, então não pode existir uma instância de taxonomia. Por exemplo, lemos em muitos artigos que um documento é clasificado por uma taxonomia, e isso não quer dizer que ele tenha uma taxonomia, e sim, que há regras, estudos formais, que regem a sua classificação.
Fazendo uma analogia, quando vamos a uma biblioteca, pedimos um livro, e para encontra-lo usamos atributos como titulo, autor, editora, categoria, tipo de capa, area de conhecimento, etc. Estes atributos são comuns aos itens livro pois alguem estudou que eles seriam importantes classificadores. Nem por isso o livro não tem a taxonomia X ou a Biblioteconomia Y. ou seja, taxonomia é um conceito abstrato que define o Como organizar, e não um atributo do objeto, como dão a entender alguns artigos que lemos por aí, onde se afirma que devemos ter itens dentro de uma taxonomia ou ter diversas taxonomias em um sistema de organização.
Nas ciencias naturais, por exemplo, existe uma taxonomia, que é a taxonomia de Lineu que define como os seres vivos devem ser classificados. Lineu criou uma estrutura de classificação (Taxonomia) no século XVIII, e até hoje a usamos como sendo a forma correta de classificação dos seres. Sabemos que um cachorro por exemplo é um maífero, assim como nós, por causa do atributo que temos em comum, que é a dependencia do leite materno. Isso é definido pela taxonomia, mas nem por isso homens e cachorros tem cada um a Taxonomia X ou Y. Seguimos a mesma regra definida pela taxonomia de Lineu, que dita a forma de nos organizar e classificar.
Pensando nisso, se foi possivel uma padronização dessas no século XVIII para uma área tão complexa, por que hoje não temos mais taxonomias padronizadas por áreas de conhecimento no mundo?

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Blog em Novo Servidor 
nesta semana estou realizando a troca do servidor do site www.curti.eti.br, e por consequencia deste blog. Graças à WebHost (Veja o site aqui) estou criando uma conta exclusiva para o site, o que nos torna mais independentes de infra-estrutura para publicação de conteúdo e sistemas.
Abraço a todos.

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Use cases e Agile 
Para muitos, misturar um conceito como use Case com Agile é algo impensavel, pois sempre associamos esta tecnica de modelagem de requisitos usando UML a metodologias pesadas de desenvolvimento de software, como RUP, por exemplo.
Pois nesta Apresentação de David West vemos uma abordagem interessante de como podemos usar com sucesso e sem traumas uma ferramenta do UML dentro de processos ageis de desenvolvimento de software, como SCRUM. Além disso, David também relata qual a relaçào dos Use Cases com o Backlog e as User Stories.
Vale a pena conferir.

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Forms authentication no Sharepoint 
Quem trabalha com Sharepoint 3.0 ou MOSS 2007 se vê muitas vezes diante de um problema, que é a escolha de um modelo ideal de autenticação para o site de seu cliente.
Na maior parte dos sites em que temos acesso externo por extranet ou internet, precisamos uma forma de autenticação diferente de Windows authentication, que exige que cada usuario do sistema seja cadastrado na maquina local do servidor ou no Active Directory da empresa.
Logicamente, não desejamos ter alguns milhares de visitantes registrados no nosso site com usuario e senha dentro da nossa rede corporativa.
Dessa maneira, a melhor forma de autorizar estes usuários no nosso site mantendo seus registros personalizados e mantendo a compatibilidade com tabelas de usuarios de sistemas legado é usando Forms Authentication.
Neste artigo do MSDN vemos um tutorial detalhado em tres partes sobre como funciona e como usar esta tecnologia de autenticação no Sharepoint, seja WSS 3.0 ou MOSS 2007.


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Pesquisa sobre a Elite Brasileira 
Recebi por e-mail o resultado do trabalho de Marcelo Peruzzo sobre a Elite Brasileira, o que me deixou contente por ver que aquilo que pensamos sobre ser uma pessoa de sucesso, é compartilhado pelas idéias e atitudes de quem já faz parte da Elite do Brasil.
Alguns dados interessantes, são que a maioria da Elite tem pelo menos curso superior, trabalha na sua área de formação, é feliz com o trabalho e se dá bem com o chefe. Merece também atenção que a maioria tem cargos que envolvem estratégia, enquanto poucos tem funções apenas operacionais, o que nos motiva a buscar cada vez mais qualificação administrativa, não como fim, mas como complemento à nossa formação técnica.
Segue a seguir, a integra da matéria. Ele não mandou junto endereço onde ela foi publicada, mas há uma entrevista dele na Band News em http://www.youtube.com/watch?v=Ao73ERWHcBE


Elite tem seu perfil traçado
Pesquisa mostra o que mantém 6% da população no topo da pirâmide social

Ao se iniciar mais um ano, muitos planejam ações necessárias para a concretização de objetivos – os quais, freqüentemente, estão relacionados ao ganho de mais dinheiro. Uma pesquisa inédita realizada pelo professor de Marketing e diretor do Instituto de Pesquisa IP2 Outsourcing (CURITIBA-PR), Marcelo Peruzzo se propõe a contribuir para que planos dessa ordem sejam alcançados, mostrando quais características os indivíduos mais favorecidos financeiramente compartilham.

No Brasil, apenas 6% da população brasileira (algo em torno de 11 milhões de pessoas) faz parte das classes A1 e A2 (famílias com renda superior a R$ 6.563,73). Os dados nos quais se baseou o estudo foram coletados com 526 pessoas de todas as regiões do País, pertencentes a essas classes. A partir de entrevistas feitas pessoalmente, por telefone e por e-mail, produziu-se uma pesquisa cuja margem de erro é de 2%. Dos indivíduos que responderam ao estudo, 66% eram homens e 34%, mulheres. Todos eles foram consultados entre os dias 1º e 30 de novembro de 2007.

Quando se fala em elite, freqüentemente uma pergunta vem à tona: “Dinheiro traz felicidade?”. Pelo resultado da pesquisa, sim – pois 91% da elite se considera feliz. Para Peruzzo, quanto mais dinheiro, mais felicidade. De acordo com o professor, desde que o dinheiro seja de origem ética, o desejo de acumulá-lo não deve ser visto como algo negativo. “O dinheiro é a recompensa de quando você é qualificado e da habilidade de mostrar essa qualificação aos outros”, afirma.

Quanto à satisfação com a atividade profissional, 80% dos entrevistados se consideram satisfeitos. E ainda: 60% da amostra afirma ter um ótimo ou bom relacionamento com seus chefes. “Ver o chefe como um parceiro é um dos pontos de acerto de quem quer ser bem-sucedido”, elege Peruzzo. “Se a relação com ele (chefe) é ruim, a chance de ter um bom rendimento é mínimo”, avalia o professor.

A respeito do tipo de função que desempenham, 59% dos entrevistados dizem cumprir papéis ao mesmo tempo estratégicos e operacionais. Já 28% dizem ter função apenas estratégica e 13% se intitulam profissionais somente operacionais. Para Peruzzo, está claro: quanto mais operacional é o trabalho, mais reduzidas são as chances de riqueza, principalmente no Brasil.

Outra característica da elite, segundo Peruzzo, é o empreendedorismo. “Esse é o caminho mais curto para o sucesso”, sintetiza. Entre os entrevistados, 25% pensam em ter empresa própria; 21% afirmam que terão sua empresa; 33% já possuem empresa própria; e outros 21% estão satisfeitos trabalhando como empregados.

A pesquisa reforça ainda um ponto no qual os headhunters insistem há alguns anos: a necessidade de formação. “Sem formação acadêmica, é praticamente impossível fazer parte da elite: menos de 5% da amostra conseguiu”, frisa o professor. Por outro lado, trabalhar diretamente na área de formação (45%) ou em área relacionada (32%) tem praticamente a mesma importância. Mas atuar em um terreno totalmente diferente (16%) diminui de modo significativo as chances de quem quer fazer parte da elite. “Precisamos ser primeiro especialistas, para depois sermos generalistas”, sugere o autor do estudo.

Outras particularidades da elite
• Política: Apenas 7% dela anseia ter um cargo político no futuro
• Responsabilidade social: 90% dos integrantes da elite praticam ou já praticaram ações de responsabilidade social
• Fé: 95% acreditam em uma força superior
• Grau de formação acadêmica: 64% possuem especialização; 24%, graduação; 7%, mestrado; 3,5%, ensino médio; 1%, doutorado; e menos de 1%, apenas o ensino fundamental.
• Livros lidos por ano: 2 a 5 – 45%; 5 a 10 – 33%; mais de 10 – 15%; 1 – 7%.
• Empregabilidade: Apenas 7% da elite está atualmente desempregada (o percentual de desemprego no Brasil gira em torno de 8,5%).

*Marcelo Peruzzo é mestre em Gestão de Negócios, diretor executivo do IP2 Outsourcing e professor de Marketing, Ética e Relacionamento da FGV MANAGEMENT.
** Outros resultados mensurados na pesquisa da Elite Brasileira e o exclusivo perfil da classe media brasileira, favor entrar em contato.


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Modelo de Profiles de Usuários do Sharepoint MOSS 2007 
Pesquisando na internet, encontrei o post no site WinSmarts.com falando sobre o funcionamento de User Profiles no Sharepoint.
O artigo e figura são muito bons, explicando muito bem como é o funcionamento dos Profiles, como usar BDC (Bussiness data Catalog)para buscar informações de usuários em bases de dados externas(como em sistemas de RH, por exemplo).
Vale a pena ver.




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Como deixar um cliente de software nervoso 
1) Venda a oitava maravilha do mundo para ele;
2) Faça inumeras reuniões e BrainStorming para saber o que ele quer;
3) Se ele ja tem um site ou sistema, ignore-o totalmente, mesmo que o cliente insista em dizer que quer tudo o que o site dele faz atualmente, e mais as melhorias propostas.
4) Faça um documento de duzentas paginas e diga que é a especificação. Faça-o assinar todas.
5) Mande a idéia para seu departamento de TI. Não precisa mandar o projeto nem especificação pois ele será ignorado mesmo.
6) Implemente apenas as melhorias em uma linguagem de programação totalmente diferente à que o cliente usa atualmente. Ignore também a modelagem de dados atual, dizendo que está mal-feito.
7) Faça cara de surpreso quando o cliente perguntar coisas sobre funcionalidades que foram ditas nos brainStorming que você não participou.
8) Argumente que "igual ao que ja tenho hoje" não é especificação funcional e não foi escrito, portanto, nenhuma funcionalidade que o sistema atual ja possui foi planejada.
9) Culpe o analista do sistema anterior por fazer um banco de dados "mal feito" e em tecnologia ultrapassada ao contar que os dados não podem ser migrados ou que isso demandará um valor absurdo.
10) para completar, não esqueça de dizer ao cliente que manual de usuário e treinamento não foram previstos no inicio do projeto, e portanto, não serão entregues, a menos que haja um pagamento extra(digamos, do preço pelo qual o software foi vendido).

Parece piada? sacanagem? Pois é, a gente ve cada coisa nessa vida que desafia nossa razão, e todos os principios que aprendemos na universidade. Quem mandou estudar pra saber o que é certo e errado? era mais facil assumir a realidade como certa e pronto.

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Master Detail Grid com ASP.NET e C# 
Sempre quis saber como fazer uma aplicação web com um comportamento de desktop, no que se refere a Master-Detail. Pessoalmente, acho que entre várias tentativas, sempre tive problemas enfrentados com Layout de página, browsers incompatíveis, post-Backs mal-sucedidos quando começamos a ter diversas funções na mesma página, enfim, uma série de problemas que nos impedem de fazer um Master-Detail Decente.
Neste Artigo Artigo de Rajib Ahmed no CodProject podemos ver uma forma bem simples (tudo bem, nem tanto) de fazer esta funcionalidade.
Resumidamente, a cada item que é renderizado na tela, buscamos no banco o seu detalhe e renderizamos junto com a linha, uma DIV que mostra o grid de detalhe.
É bastante trabalhoso e pouco reusavel, considerando a facilidade de clicar e arrastar qeu alguns desenvolvedores(???) .NET estão acostumados, mas é um bom exemplo para começar.

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